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SEGURANÇA CIBERNÉTICA PARA O SETOR DE SAÚDE

Com o avanço dos ataques virtuais, tornou-se cada vez mais claro que a cibersegurança é um fator de risco nos dados de saúde. Isso porque as violações a estes segmentos custam, em média, US$ 5,6 bilhões por ano ao setor, além de afetar mais de 27 milhões de registros de pacientes, expondo suas particularidades e patologias.

No entanto, à medida que as organizações buscam proteger essas informações sigilosas, maiores são os desafios. Afinal, as ameaças são difíceis de se identificar, prevenir e mitigar. E, desta forma, enquanto os invasores comprometem uma organização em segundos ou minutos, muitas vezes se passam semanas ou meses até que a invasão seja detectada e que seus danos sejam contidos.

Inclusive, dentre as adversidades que tornam o problema crescente, é possível entender que as mais simples podem ser responsáveis pelos maiores danos. É o caso dos malwares e ransomwares, que sequestram os arquivos; das ameaças à nuvem; dos ataques de phishing; dos sites que são semelhantes aos originais para enganar os usuários; dos pontos cegos de criptografia; e, claro, dos erros de funcionários.

Este último, aliás, recebendo grande destaque, já que, em muitos momentos, os colaboradores podem deixar as organizações de assistência médica suscetíveis a ataques por meio de senhas fracas, dispositivos não criptografados e outras falhas de conformidade.

Estratégias para melhorar a segurança cibernética

Para melhorar a questão da segurança virtual na área da saúde, é importante estabelecer uma cultura de cibersegurança, com treinamentos e educação contínua para os membros da organização; proteger os dados móveis; utilizar firewall; e manter bons hábitos de computador, incluindo aulas sobre as melhores práticas de seu uso.

Ademais, é fundamental instalar e manter o antivírus atualizado; controlar o acesso às informações de saúde protegidas e à rede; usar senhas fortes e alterá-las regularmente; controlar o acesso físico; e, acima de tudo, planejar o inesperado, fazendo backup regularmente.

Outra alternativa é contar com o auxílio de uma equipe que seja especializada no assunto e possa te proteger. Este, aliás, é o caso da VisionSet. Nossa empresa tem a expertise necessária para garantir que seus dados estejam a salvo, realizando toda a avaliação das brechas e, principalmente, elaborando estratégias que impeçam as ações de criminosos. Saiba mais entrando em contato conosco.

Uma tarefa sem fim

Quando se pensa em cibersegurança, é preciso estar ciente que este é um processo constante e sem fim. Por esse motivo, é mais do que necessário treinar os funcionários, informá-los sobre links maliciosos e conscientizar a todos sobre o que coloca o sistema em risco.

Tenha em mente que, quando se trata das violações, está é uma questão de quando irá acontecer e não se vai acontecer. Por isso, não perca a oportunidade de ficar um passo à frente – e de proteger os melhores interesses dos pacientes, da equipe e da reputação da sua clínica ou unidade de healthcare.

Proteja-se já e conte com a VisionSet.

Crimes cibernéticos podem gerar prejuízos de us$ 6 trilhões no ano que vem

Considerado como uma das principais ameaças para diversas empresas ao redor do mundo, o cibercrime se transformou em uma verdadeira crise laboral nos últimos anos. Isso porque o volume de ataques cibernéticos tem continuado a crescer gradativamente, tornando quase impossível acompanhar o ritmo e, principalmente, estipular estratégias de combate imediatas.

De acordo com pesquisas no ramo, os cinco segmentos mais atacados são os de saúde, manufatura, serviços financeiros, governo e transporte. Além disso, quase metade de todos os ataques cibernéticos são cometidos contra pequenas empresas, visto que elas, geralmente, estão mais vulneráveis do que as grandes corporações.

Ainda assim, isso não exime nenhum negócio de ser alvo de hackers. Todos estão expostos a essas ações e, com o crescimento de usuários na internet, a probabilidade de que mais criminosos e mais vitimas apareçam é exponencial.

De acordo com a Cybersecurity Ventures, haverá, pelo menos, 6 bilhões de indivíduos online até 2022 e mais de 7,5 bilhões de até 2030 – o que corresponderá a 75% e 90% da população mundial projetada para a época. Com isso, mais pessoas desprotegidas – e, claro, seus empreendimentos e negócios – estarão à mercê não apenas dos ataques como, também, de suas consequências.

Como se sabe, os custos dos crimes cibernéticos incluem danos e destruição de dados, perda de produtividade, roubo de propriedade intelectual, roubo de informações pessoais e financeiras, fraude, danos à reputação e muitos outros malefícios, inclusive, monetários.

Apenas em 2015, os cibercrimes custaram às finanças mundiais cerca de US$ 3 trilhões de dólares. Anos depois, levando em consideração os históricos de crimes cibernéticos, seu crescimento ano a ano e o aumento dramático nas atividades de hackers, especula-se que, para 2021, esse custo chegue a US$ 6 trilhões anuais, um valor equivalente ao PIB Indiano.

Para piorar, a expectativa é de que os gastos globais com produtos e serviços de segurança cibernética possam exceder US$ 1 trilhão até o próximo ano, o que reforça ainda mais a ideia de que a insegurança online – seja ela hipotética ou real, por meio de um ataque verdadeiro – tem movido uma alta quantia e deixado rombos financeiros em diferentes esferas sociais.

Proteja-se imediatamente
Evite sofrer prejuízos inestimáveis e entrar para esta estatística, faça contato com a nossa equipe.

A VisionSet se esforça ao máximo para manter a segurança da sua companhia, tudo com agilidade e inovação. Assim, fazemos todo o gerenciamento de segurança da informação do seu negócio, respondemos a incidentes de forma rápida e eficaz, e ainda temos uma operação inteligente que te protege 24 horas por dia.

Saiba como podemos te ajudar e evite ser vítima de cibercrimes.

Entenda o que é o Phishing e proteja-se

Um ataque criminoso em que o indivíduo é enganado para revelar informações pessoais, como senhas, números de cartões, CPF e outros dados sigilosos. Conheça o Phishing e saiba como os hackers induzem a vítima ao clique e, principalmente, ao fornecimento de seus dados sigilosos.

O que é um ataque de Phishing?

O Phishing é um tipo de ataque utilizado para roubar dados dos usuários, incluindo credenciais de login, números de cartão de crédito e outras informações pessoais e sigilosas.

Assim, esse tipo de crime acontece quando um invasor, disfarçado de entidade confiável, engana a vítima para abrir um e-mail, mensagem instantânea ou de texto. Dessa forma, o destinatário é induzido a clicar em um link malicioso, o que pode levar à instalação de malware, ao congelamento do sistema como parte de um ataque de ransomware ou à revelação de informações confidenciais.

Com isso, os resultados podem ser devastadores, incluindo compras não autorizadas, roubo de fundos ou vazamento de informações. Ademais, o Phishing também é usado para ganhar posição nas redes corporativas ou governamentais, fazendo com que as empresas tenham graves perdas financeiras e percam, até mesmo, sua reputação.

Os tipos mais comuns

Dentre os tipos mais comuns de Phishing é possível citar os falsos e-mails ou mensagens, que são os mais frequentes e envolvem inúmeras pessoas no golpe. Aqui, os hackers se passam por empresas ou bancos reais e, geralmente, pedem por atualizações de dados cadastrais, levando o sujeito a fornecer as informações.

Além disso, armazenamentos em nuvem, como o Dropbox e o Google Docs, também costumam ser alvos. Neste caso, os criminosos aproveitam das plataformas para roubarem arquivos pessoais, como fotos, documentos e outras informações que sejam consideradas interessantes.

Ademais, outras formas de abordagem à vítima podem ser feitas através do telefone (já caindo em desuso) ou atacando o servidor DNS, especialmente de empresas.

Por isso, o cuidado não está apenas em não clicar nos links recebidos por fontes duvidosas, mas também em todo um sistema que envolve a navegação, o download de softwares e outros fatores.

Alguns casos de ataques Phishing ao ambiente corporativo

Não são apenas as pessoas anônimas e microempresas que são alvos de ataques de Phishing. Muitos funcionários de grandes organizações são tidos como uma ponte para um crime ainda maior, sendo as primeiras vítimas para um roubo extremamente arquitetado.

Dessa forma, inúmeras empresas de renome e até mesmo organizações governamentais podem passar pelo problema. Foi o caso do Partido Democrata, nos Estados Unidos, que sofreu um ataque durante as eleições de 2016. A ação levou ao vazamento de e-mails e informações sobre a campanha de Hillary Clinton, o que influenciou no resultado da disputa e na vitória de Trump.

Em 2014, funcionários da Sony Pictures receberam um falso e-mail da Apple e forneceram seus dados. A partir dali a empresa sofreu um ciberataque que ocasionou no roubo de acordos comerciais, documentos financeiros e outras informações. Após uma investigação rigorosa, o FBI descobriu que a ação havia sido realizada pelo Governo da Coréia do Norte em resposta ao filme “A Entrevista”, que causou polêmicas na época.

Como evitar o Phishing

A proteção contra os ataques de phishing exige que as empresas e usuários tomem medidas preventivas e cautelosas. Para os indivíduos, a vigilância é fundamental, visto que uma mensagem falsificada geralmente contém erros sutis que expõem sua verdadeira identidade, sejam eles ortográficos ou alterações nos nomes de domínio, como a URL.

Para as organizações, várias etapas podem ser tomadas para mitigar esse tipo de crime e uma delas é contar com o apoio de uma empresa que seja especialista no assunto e possa elaborar estratégias para proteger sua máquina e seus dados.

É o caso da VisionSet. Somos responsáveis pelo gerenciamento de segurança da informação e vamos garantir que os ataques de Phishing sejam mitigados da sua rotina online. Saiba mais ao entrar em contato com a nossa equipe.

Conheça a cyber resilience e saiba como a visionset pode te ajudar nesse processo

Você já ouviu falar em Cyber Resilience ou Resiliência Cibernética? Essa metodologia de trabalho corresponde à capacidade de identificar, proteger, detectar, reagir e recuperar-se de ciberataques, visto que essas ações têm se tornado cada vez mais rotineiras na atualidade.

Este conceito, inclusive, surgiu nos últimos anos devido à observação de que as medidas tradicionais de segurança cibernética não estavam mais sendo suficientes para proteger as organizações das enxurradas de ataques persistentes.

Por isso, a Cyber Resilience veio como uma métrica para ajudar as empresas no aumento de sua maturidade. Assim, é viável que elas consigam se defender e possam limitar a gravidade dessas investidas, garantindo a sobrevivência contínua do negócio, mesmo com as ameaças frequentes.

Os passos fundamentais da Cyber Resilience

Quando se pensa na Cyber Resilience, é importante que a organização seja capaz de identificar, avaliar e gerenciar os riscos, principalmente em suas etapas iniciais.

Isso é fundamental porque ajuda a encontrar as falhas, a proteger as informações, a bloquear os malwares, a ter controle dos acessos, a realizar a gestão de ativos e também a garantir a segurança das redes e comunicações.

Tomando isto como base, é primordial que seja realizado um monitoramento contínuo para detectar anomalias e possíveis incidentes antes que o problema esteja, de fato, instaurado.

Para isso, é interessante utilizar um programa de gerenciamento que, acima de tudo, garanta a abrangência necessária e esteja sempre em processo de melhoria contínua, viabilizando combater os ataques (caso aconteçam) e a continuidade dos negócios da empresa.

Como podemos te ajudar a desenvolver a Cyber Resilience?

A VisionSet entende as necessidades de cada cliente, especialmente em um universo virtual que está, constantemente, expondo pessoas físicas e jurídicas a ameaças e ciberataques. Por isso, compreendemos a importância de manter-se resiliente de forma digital, estando preparado para as batalhas e, claro, encontrando as melhores estratégias para se reerguer após as ações de hackers e malwares.

Por isso, oferecemos serviços gerenciados de segurança da informação e temos uma operação inteligente 24 horas por dia. Tudo para que você, seus dados e suas máquinas permaneçam constantemente seguros. Entre em contato conosco e saiba como podemos te ajudar.

Entenda os impactos da LGPD para as equipes de marketing

Há tempos o marketing tem utilizado as informações particulares dos consumidores como base para suas campanhas. No entanto, com a chegada da Lei Geral de Proteção de Dados, essa matéria-prima pode entrar em escassez e provocar uma verdadeira revolução no setor.

Isso porque, como se pode supor, a nova legislação terá impactos grandiosos no que diz respeito à utilização desses arquivos, o que acarretará em uma série de transformações nas ações empresariais, especialmente no que diz respeito ao inboung marketing e ao marketing de conteúdo – ambos dependentes da obtenção de dados para a captação de leads.

Afinal, com a nova Lei será necessário que o titular permita a captação de suas informações pessoais e receba esclarecimento a respeito da sua utilização, podendo removê-las do cadastro caso não se sinta à vontade com a proposta. Isso dificultará a angariação desses dados, fazendo com que as agências precisem modificar suas estratégias para captar e, acima de tudo, que sejam cautelosas com as sanções relacionadas à infração dessa regra.

Tendo isso como base, é fundamental que as empresas comecem a revisar alguns pontos das campanhas, entendendo, inclusive, que essa transformação pode ser extremamente benéfica – visto que a reinvenção e sua subsequente criatividade são um dos motores do universo comunicacional.

Para isso, a fim de atingir um determinado público ou segmentar suas ações, as agências e departamentos de marketing precisarão trabalhar com transparência e conquistar o consentimento do público tal qual tem se empenhado para angariar novos consumidores desde que a publicidade surgiu.

Ademais, ao consultar diretamente o cliente, ao invés de encontrar seus dados através da comercialização de informações, se torna muito mais simples e objetivo descobrir qual o verdadeiro interesse desse público. Além disso, essa é uma oportunidade para mostrar que a organização é integra, que ela está ao lado do consumidor e que cuida de seus interesses – no que só reforça a relação entre público e marca, enaltecendo sua imagem empresarial.

Por fim, é possível compreender que o surgimento da nova legislação representa (e demanda) para o marketing um posicionamento mais estratégico do que nunca. Ainda assim, este desafio tende a ser muito mais benéfico e revigorante para as empreitadas publicitárias do que o habitual cotidiano ao qual muitos profissionais estão acostumados.

Se você trabalha nesse segmento e quer encontrar uma forma segura de captar as informações e protegê-las, não deixe de entrar em contato com a VisionSet. Somos especialistas em cibersegurança e podemos te ajudar a passar por este processo.

As dúvidas mais comuns sobre LGPD

O conceito da Lei Geral de Proteção de Dados tem deixado muitas pessoas confusas. Afinal, toda nova legislação gera questões a serem levantadas e, naturalmente, elas precisam ser sanadas em algum momento.

Pensando nisso, confira agora alguns tópicos a serem esclarecidos e descubra mais sobre o assunto:

As empresas
Não são apenas as empresas que lidam com o ramo comercial que devem se preocupar com os dados de seus clientes. Se você trabalha ou é possuidor de uma instituição que também lida com as informações cadastrais de seus consumidores ou colaboradores, especialmente com os dados sensíveis, é preciso estabelecer medidas de segurança a fim de protegê-los. Isso vale, por exemplo, para locais de ensino e outros segmentos.

O ambiente
A LGPD não diz respeito apenas aos dados que são coletados na internet, mas, sim, a qualquer forma de angariação, inclusive as que ocorrem em ambientes off-line, durante o preenchimento de uma ficha cadastral. Entenda: a intenção é proteger os dados, estejam eles onde estiverem.

Multa de R$ 50 milhões
Ao contrário do que muitos pensam, a multa para o descumprimento não é de R$ 50 milhões, mas, sim, de 2% da receita anual. Dessa forma, o máximo que pode ser cobrado é este valor, mas se o total angariado pela organização for menor, a porcentagem se incidirá sobre essa quantia e não além dela.

Cuidando da segurança
Não são apenas os funcionários da empresa que precisam cuidar da segurança das informações. Há a possibilidade de terceirizar esse serviço, o que pode ajudar, inclusive, na elevação dessa tarefa, visto que muitas equipes possuem expertise em TI e têm em sua gama profissional a existência de cientistas de dados – o que, geralmente, não há em muitas organizações.

Para saber mais sobre o assunto, acesse o site da VisionSet e conheça os serviços que podemos oferecer para te auxiliar na adaptação para essa nova Lei.

LGPD – O que muda para as empresas?

Atualmente, quando um indivíduo se cadastra em uma empresa, é muito comum que sejam solicitados dados que, em geral, não condizem com o que é necessário no momento da compra. E mesmo que muitos acreditem que este é um protocolo padrão e que ter essas informações faz parte dos itens de uma ficha cadastral, não é exatamente isso que acontece.

Boa parte dos consumidores tem seus dados utilizados não apenas para as demandas do empreendimento, como também sofrem com a sua confidencialidade comercializada, o que frequentemente gera ligações incomodas, contatos intransigentes e outras tentativas de abordagem inconvenientes.

Ainda assim, com a chegada da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a esperança é que isso possa mudar. Agora, o Brasil irá integrar os países que protegem os dados de sua população e o proprietário dessas informações será responsável por consentir ou não o que será feito com elas. Tudo às claras, sem surpresas.

Dessa forma, as empresas, de uma maneira geral, poderão apenas recolher as informações quando forem autorizadas explicitamente pelos consumidores e, acima de tudo, precisarão informar todos os termos de uso de maneira clara, além de deixá-los cientes das consequências que essa permissão possa trazer.

Contudo, enquanto essa prática pode ser muito benéfica para a clientela, ela também representa um grande desafio para as organizações. A partir de 2020, quando a LGPD entra em vigor, as empresas – e seus colaboradores – deverão proteger os dados de seus clientes e consumidores implementando medidas de segurança e se responsabilizando por essas informações desde o momento da coleta até o seu armazenamento, evitando vazamentos ou a comercialização.

Portanto, é fundamental mapear a ciclo desses dados dentro da companhia, verificar se há compartilhamento e quais comportamentos podem colocar o titular em risco, ocasionando a exposição da pessoa física e de suas particularidades.

Sendo assim, cabe às empresas reverem seus conceitos de gestão e serem cautelosas quanto ao processo de uso desses dados, principalmente quando estes se relacionam a casos especiais, como os pertencentes a crianças e adolescentes – que exigem o consentimento dos pais ou responsáveis – ou os que estão relacionados a raça, opiniões políticas e crenças – devendo ser, absolutamente, mantidos em sigilo.

Além disso, vale ressaltar que, caso a empresa descumpra as determinações estipuladas, haverá o risco de receber uma advertência inicial com a indicação de um prazo para que as novas medidas de segurança sejam adotas. Se ainda com essa notificação, não houver nenhum empenho por parte da organização, será feita, então, uma sanção diária até que o problema seja resolvido ou uma multa de até 2% do faturamento, podendo chegar a R$50 milhões de reais.

Todavia, não existe motivo para desespero antes da hora. A LGPD será sancionada este ano e, mesmo com sua validação, as companhias ainda terão um prazo de dezoito meses para se adequarem a todas as exigências.

Levando isso em consideração, ainda está em tempo de encontrar uma empresa que possa te ajudar a manter esses dados protegidos, reforçando a cibersegurança das suas máquinas e garantindo que nenhum vazamento ocorra. Entre em contato com a VisionSet e saiba como podemos te ajudar.

DESVENDANDO A LGPD?

Sancionada em agosto de 2018, a Lei Geral de Proteção de Dados é uma espécie de versão brasileira da General Data Protection Regulation (GDPR), uma regulamentação europeia que havia sido aprovada apenas três meses antes e que serviu como inspiração para as normas adotadas nas terras tupiniquins.

Tomando isso como base, esse novo sistema normativo teria como intuito alterar a Lei 12.965, a do Marco Civil da Internet, que vem regulando as práticas virtuais desde 2014, estabelecendo os princípios, direitos e deveres que todos possuem enquanto transitam por essa rede.

Com isso, objetivando substituir o que já existe e apresentando uma versão ainda mais cerceada e rígida, a LGPD aparece como uma oportunidade de estreitar as condutas digitais das empresas perante os cidadãos, garantindo que a nova palavra-chave do universo virtual será a transparência, especialmente no que diz respeito aos dados das pessoas físicas.

Tudo isso, é claro, para proteger ainda mais os usuários. Afinal, com a regulamentação, que entrará em vigor em 2020, será realizado um controle mais apurado sobre as informações individuais, certificando-se de que a intimidade de cada sujeito estará preservada, tal qual estabelecem os direitos de liberdade e privacidade já presentes na Constituição.

Pensando nessa legalidade, inclusive, que o Art. 2 da Lei Geral de Proteção de Dados expõe seus ideais. Para ela, é fundamental:
I – o respeito à privacidade;
II – a autodeterminação informativa;
III – a liberdade de expressão, de informação, de comunicação e de opinião;
IV – a inviolabilidade da intimidade, da honra e da imagem;
V – o desenvolvimento econômico e tecnológico, e a inovação;
VI – a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor; e
VII – os direitos humanos, o livre desenvolvimento da personalidade, a dignidade e o exercício da cidadania pelas pessoas naturais.

Assim, prezando pela liberdade de informação, mas ainda compreendendo os limites do que é íntimo para cada sujeito, a LGPD surgirá como uma forma de estabelecer regras sobre a coleta, o armazenamento e, acima de tudo, o compartilhamento dos dados e informações dos clientes, dando a chance de que esses indivíduos possam acessá-los, corrigi-los e até mesmo revogar seu consentimento sobre a empresa.

Por essa razão, cada organização que solicitar as informações pessoais de alguém deverá comprovar que existe, verdadeiramente, uma finalidade para tal e que esses dados serão úteis ou necessários para o andamento dos negócios Além disso, será fundamental comprovar que estão coletando apenas o mínimo possível, sem se expandir para outras questões que não cabem ser solicitadas.

Ainda assim, vale lembrar que o mesmo não se aplica às informações fornecidas para fins jornalísticos, pessoais ou acadêmicos, atingindo somente o que tange as relações empresariais e, principalmente, seu respeito perante ao consumidor, que passará a ser protegido de qualquer mau uso de suas particularidades.

Quer saber mais sobre o assunto? Entre em contato com a VisionSet e entenda a importância de manter os dados sigilosos e seguros de ciberataques. Você vai se surpreender com o que a empresa pode fazer por você!

Os seus dados estão seguros?

Muitas das soluções cibernéticas convencionais consistem em bloquear as ameaças e riscos que as organizações estão expostas todos os dias. Contudo, poucas realmente têm como objetivo proteger os dados que estão vulneráveis nesse processo. Como se sabe, é natural que, ao impedir os ataques, as informações estejam, por consequência, seguras. No entanto, como seria se pudéssemos protegê-las primeiro?

Para isso, surgiu a Varonis, uma forma de analisar continuamente os dados armazenados e os dispositivos que hospedam esses arquivos. Assim sua arquitetura coleta fluxos de metadados que são essenciais para a proteção e os combina de forma inovadora, para entender quais são as informações com mais risco, as mais expostas e até as mais sensíveis.

Dessa forma, após obter uma espécie de relatório desses dados, a plataforma consegue reduzir os riscos de maneira sustentável, além de detectar e responder às ameaças com agilidade. Entenda cada um dos tópicos:

 

Redução de riscos

De acordo com a própria Varonis, 20% dos dados das organizações estão acessíveis para todos os funcionários, o que expõe as informações e as deixa constantemente vulneráveis. Para piorar, 70% das violações desses arquivos levam meses ou anos para serem descobertas, fazendo com que os criminosos se aproveitem secretamente da confidencialidade da corporação.

Pensando na gravidade desses indicadores, a Varonis não apenas encontra e reduz os riscos, como também impede que o problema volte a acontecer. Isso porque seus painéis apontam onde está a ameaça para o cliente, acompanhando seu progresso e identificando rapidamente os arquivos que estão sensíveis a ela, além de indicar quais configurações estão incorretas e facilitam o trabalho dos hackers.

Além do mais, o software também permite que os dados sejam classificados e protegidos tanto no local quanto na nuvem. Afinal, a partir da criação de um rótulo do mais para o menos importante, é possível concentrar os esforços de proteção para o que realmente é primordial no momento, como as questões sigilosas e financeiras.

 

Detectar e responder às ameaças

A Varonis possui os ingredientes essenciais para detectar, investigar e responder rapidamente aos ataques que os dados e sistemas podem sofrer. Isso acontece porque a plataforma usa machine learning para criar um padrão de comportamento durante horas, dias e semanas para todos os usuários e dispositivos; assim, quando eles agem de maneira anormal são facilmente notados.

Dessa forma, por combinar visibilidade e infraestrutura, a plataforma reduz em 90% o tempo de detecção e resposta aos ataques cibernéticos, o que é uma porcentagem drástica quando comparada a outros sistemas. Além disso, ela possui modelos prontos de como se portar diante de cada alerta específico, o que faz com que a solução seja muito mais rápida do que normalmente é.

Inclusive a Varonis resolve incidentes de forma mais conclusiva, visto que além de realizar a contenção e erradicação do problema, também foca na recuperação e em melhorar as detecções futuras, criando próximos passos a serem seguidos pela empresa.

 

Outras vantagens

A Varonis limita falsos positivos e negativos a partir da verificação algorítmica, da correspondência de proximidade e da filtragem inteligente, impedindo que a plataforma identifique questões que não são, de fato, um problema. Já sobre o que realmente representa uma ameaça, ela detecta comportamentos incomuns e possíveis violações políticas com facilidade, sendo eficiente sem pecar por excesso.

Ademais, a plataforma também corrige os dados superexpostos, eliminando o acesso desnecessário a dados confidenciais e garantindo sua proteção. E não apenas isso! Ela também automatiza os fluxos de trabalho de autorização, certificando-se que cada solicitação de acesso aos seja assinada por um proprietário de dados aprovado.

 

Que tal garantir que todos esses benefícios farão parte da sua instituição? Entre em contato já com a Vision Set e saiba mais sobre a Varonis.

O seu programa realmente te protege?

Muito se fala sobre realizar a cybersegurança das empresas. No entanto, pouco se pensa a respeito de confirmar se essas estratégias estão sendo realmente eficazes.

 

Tendo isso em mente, a Picus criou um software que simula as violações e ataques cibernéticos, além de reproduzir tanto o comportamento do hacker quanto da vítima, a fim de compreender os cenários reais. Dessa forma, a ferramenta se tornou a melhor solução para confirmar os benefícios dos seus programas, sendo a pioneira no segmento e, sem dúvidas, a sua melhor escolha.

 

Isso porque ela avalia qualquer tecnologia de segurança e, a partir daí, faz os registros e testes das novas ameaças. Assim, com as informações colhidas, os dados são encaminhados aos especialistas através de relatórios avançados, tornando possível que sejam analisados e, consequentemente, que soluções inovadoras sejam desenvolvidas, diminuindo o risco ao qual a empresa estava exposta sem ao menos saber.

 

Dessa maneira, a Picus consegue medir a eficácia das defesas de segurança já adotadas pela corporação, identificando as falhas em tempo real e, por conseguinte, encontrando os pontos fracos e as lacunas que precisam ser reparadas imediatamente pela equipe, assim como suas possíveis soluções.

 

Essa validação contínua dos benefícios dos programas de proteção faz com que a sua eficácia aumente exponencialmente, além de ser uma forma de verificar se eles estão sendo aproveitados ao máximo pelos clientes, principalmente quando se considera que os erros na segurança cibernética estão cada vez mais frequentes.

 

Um estudo realizado pelo Instituto Ponemon aponta que 71% dos profissionais já tiveram um incidente ou ameaça atribuída à exploração de uma vulnerabilidade do software que utilizavam – o que é um número alto e grave. Você quer se tornar parte desta estatística? Acreditamos que não.

 

Então, conheça a Picus e faça já a diferença na sua organização. Este é um método de fácil instalação, que não diminui a segurança ou o desempenho da empresa enquanto está sendo executado. E tem mais! Ele garante a melhor eficiência no tempo e nos gastos, uma vez que, ao consumir a informação gerada pelo produto, é possível direcionar melhor os esforços para as tarefas, tornando-se um excelente custo benefício para quem quer adotar essa estratégia de proteção.

 

Entre em contato com a VisionSet e saiba mais.